Desespero
Depois de uns dias de luto, a quebra do silêncio.
Muito sofrimento, mas mal sofrido.
Mais a frio, a maturidade veio-me à consciência. Sim, podíamos ter marcado à vontade uns 6 golos...Desde a barra, aos escorregões, defesas em cima da linha e falta de pontaria, até à falta de talendo e decisões precipitadas à boca da baliza.
Sim, fizemos muito boas jogadas no ataque, num futebol directo numa equipa que está habituada a jogar com a bola no chão.
Mas, sofremos um golo, e vimos a equipa mais fragil mentalmente do mundo, arredores, e até santa combadão.
Epa, mas num momento em que estávamos a trocar bem a bola, e o meio campo era nosso, PORQUE É QUE ENTRARAM TODOS EM PÂNICO E JÁ NINGUÉM ACREDITOU?
Não percebo, estava tudo em aberto...
Depois, o Nélson, o culpado do golo (que é bom que tenha partido a anca para não ter seguido a correr atrás do Brandão), ao saír, perdemos um elemento no meio campo, aí...foi o descalabro.
Depois, quando o Camacho, naturalmente, precisou de reforçar o meio campo, o estádio assobia, mas que percebe esta gente de futebol? Só porque tira um elemento de ataque, é logo assobiado? Mas como o Gilles jogou à brava, já todagente aplaudia, volátil aquele público.
Mas pronto, o Shaktar é uma equipa muito forte, e vai dar que falar, e foi experiente o suficiente para dar cabo de nós.
Agora as hipóteses de passar são nulas practicamente, venha o milagre, caso ele queira alguma coisa connosco.
Ah, e o Gilles, é um grande jogador.

3 comentários:
true, true and true again... o Gilles é mesmo um grande jogador!
Quem é o Gilles? Só sei que o Binya pode vir mesmo a ser craque.
Gilles Binya.
Gilles era o nome usado antes de ele ser bom.
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